segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

 

A iniciação de crianças no futebol e os excessos que destroem sonhos 16/01/2026

Ao longo da minha trajetória acompanhando competições de base, especialmente nas categorias menores, vivi de perto situações que deveriam servir de alerta para todos nós. A iniciação de crianças no futebol deveria ser um espaço de aprendizado, diversão, socialização e formação de valores, mas, infelizmente, muitas vezes se transforma em um ambiente de pressão, cobrança e conflitos desnecessários.

Em competições com crianças de 6, 7 e 9 anos, é comum presenciar pais fora da quadra ou do campo dando exemplos lamentáveis. Gritos agressivos, cobranças exageradas, ofensas a árbitros, treinadores e até às próprias crianças se tornaram cenas recorrentes. Alguns pais exigem desempenho de adulto, esquecendo que ali estão crianças em processo de desenvolvimento físico, emocional e psicológico.

O futebol, nessa fase, não pode ser tratado como resultado, troféu ou vitrine. Ele deve ser ferramenta educativa. Quando um adulto cobra vitória a qualquer custo, transmite à criança a ideia de que errar é fracassar, quando, na verdade, errar faz parte do aprendizado. O medo de decepcionar os pais passa a substituir o prazer de jogar.

Em muitas competições menores que acompanhei, vi crianças chorando após partidas, não por terem perdido, mas pelo medo da reação dos adultos. Isso é inadmissível. O esporte não pode ser um ambiente de sofrimento. Ele precisa ensinar respeito, disciplina, trabalho em equipe e superação saudável.

Infelizmente, hoje a situação está ainda pior. A competitividade excessiva, alimentada por redes sociais e falsas promessas de sucesso precoce, tem antecipado cobranças que não cabem à infância. Estamos formando atletas ansiosos, inseguros e, muitas vezes, afastando crianças do esporte.

Pais precisam compreender seu papel: apoiar, incentivar e respeitar o processo. Treinadores devem reforçar valores e limites. E as instituições precisam agir para proteger a criança. O futebol de base deve formar pessoas antes de formar jogadores.

Preservar a infância é garantir um futuro melhor, dentro e fora dos campos.

Professor Marcelo Braga

 

TÍTULO: “POR MAIS JUSTIÇA: REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL”
A sociedade brasileira vive uma tensão crescente entre o desejo legítimo de proteger crianças e adolescentes e a necessidade de responder com firmeza a atos de violência cada vez mais precoces e chocantes. O debate sobre a redução da maioridade penal — do atual patamar de 18 anos para 16 ou menos em casos graves — não é apenas jurídico: é uma questão de justiça, de segurança pública e de respeito às vítimas e às famílias que sofrem consequências irreversíveis de crimes brutais.

Quando ocorrências de crimes graves têm autores na faixa dos 16 aos 17 anos, o atual sistema — baseado em medidas socioeducativas — frequentemente não oferece penas proporcionais à gravidade dos atos, nem garante a sensação de justiça para as vítimas. Por isso, a proposta de reduzir a maioridade penal para 16 anos em crimes hediondos surge como uma resposta necessária: não para punir indiscriminadamente jovens em conflito com a lei, mas para responsabilizar aqueles que, apesar da juventude, cometem crimes que ferem profundamente a sociedade.
Internacionalmente, a maioridade penal varia muito e pode servir de referência para o Brasil. 

Em muitos países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a idade de responsabilidade penal é bem inferior a 18 anos, variando entre 10 e 14 anos, dependendo da legislação local. Em estados dos Estados Unidos, por exemplo, não há idade mínima definida em alguns casos, enquanto na Inglaterra e País de Gales a responsabilidade penal começa aos 10 anos, e outros países europeus como Espanha e Alemanha adotam 14 anos em situações específicas de crimes graves.

A própria **Suécia anunciou recentemente a redução de sua idade de responsabilidade penal de 15 para 13 anos em um projeto de combate à violência envolvendo gangues e uso de menores em crimes, diante de um aumento de casos de homicídios atribuídos a crianças abaixo de 15 anos.
Esses exemplos mostram duas tendências importantes: primeiro, regimes legais mais rígidos em relação à responsabilidade penal juvenil são adotados quando há aumento de violência grave cometida por jovens; segundo, a discussão sobre maioridade penal não é estática nem uniforme — países adaptam suas leis à realidade social e aos índices de criminalidade.
O argumento de detratores de qualquer redução baseia-se muitas vezes em princípios de proteção infantil e desenvolvimento cognitivo. No entanto, esses princípios não podem se sobrepor ao direito das vítimas à justiça, especialmente quando a capacidade de discernimento do adolescente já está suficientemente madura para compreender a gravidade de atos violentos cometidos. 

Crimes hediondos cometidos por adolescentes — como homicídios, estupros e violentos ataques a instituições — não só destroem vidas como também corroem a sensação de segurança de toda a população.
Reduzir a maioridade penal não é uma medida punitiva indiscriminada, mas sim um ajuste proporcional da legislação a uma realidade que existe e precisa ser enfrentada. Isso deve ser feito com critérios rigorosos, limitados aos casos mais graves, e combinado com políticas públicas de prevenção, educação, apoio familiar e reintegração social.

O Brasil não pode se tornar um país em que atos bárbaros cometidos por jovens sejam tratados com sanções leves ou simbólicas, enquanto as vítimas e suas famílias carregam traumas permanentes. Responsabilizar penalmente adolescentes por crimes graves é, antes de tudo, uma afirmação de que a vida e a segurança de todos são valores fundamentais que devem ser preservados.
E você oque acha ?, deixe sua opinião , seu comentário . 

MARCELO BRAGA 

 

ARTIGO : 20/02/2026 ESCOLA EM COLAPSO MORAL? ENTRE A OMISSÃO FAMILIAR E A GERAÇÃO SEM PROPÓSITO

Iniciamos mais um ano letivo. Portões abertos, salas organizadas, planejamentos prontos. Mas o que se vê por trás da rotina aparente é um cenário inquietante.
Alunos desinteressados, dispersos, conectados a tudo — menos ao conhecimento. Pais cada vez mais distantes do processo educativo. E professores sobrecarregados, cobrados, pressionados, responsabilizados por tudo. A escola continua sendo chamada de “formadora de cidadãos”. 
Mas como formar quando a base vem fragilizada?
Como ensinar disciplina a quem nunca ouviu “não”? Como exigir compromisso de quem nunca teve exemplo de responsabilidade? Vivemos uma geração que muitas vezes não sabe por que está na escola. Não há projeto, não há propósito, não há horizonte.
Há apenas a obrigação de cumprir presença. A escola virou depósito de expectativas frustradas. E o professor, o alvo preferido das cobranças. Quando o aluno fracassa, a culpa é da escola. Quando não aprende, a metodologia é questionada. Quando é indisciplinado, a autoridade do professor é atacada. Raramente se pergunta: onde está a família? Onde estão os limites? Onde estão os valores? Educar nunca foi tarefa exclusiva da escola. A formação começa em casa. Respeito, ética, responsabilidade e compromisso não se aprendem apenas no quadro branco. 
Aprendem-se no exemplo diário. Na palavra cumprida. Na presença ativa dos pais. Entretanto, o que vemos é a terceirização da responsabilidade. Pais que delegam tudo à instituição. Que defendem os filhos automaticamente, mesmo quando estão errados. Que confundem amor com permissividade. Que veem a escola como prestadora de serviço, não como parceira formadora. O resultado é visível. Salas desmotivadas. Professores emocionalmente exaustos. Gestões tentando equilibrar diálogo e autoridade. E uma aprendizagem cada vez mais superficial. Não se trata de romantizar o passado. Trata-se de reconhecer que há uma crise de sentido. Uma geração hiper conectada, mas desconectada do esforço.

 busca resultados imediatos, mas rejeita processos. Que quer direitos, mas resiste a deveres. A escola não pode ser bode expiatório de falhas estruturais da sociedade.
Ela precisa ser fortalecida, não deslegitimada. Precisa de famílias presentes, não apenas críticas.Precisa de alunos que compreendam que estudar é um privilégio e uma responsabilidade. Se continuarmos fingindo que está tudo normal, perderemos mais do que índices educacionais. 
Perderemos caráter, autonomia, pensamento crítico.
Perderemos uma geração inteira para a  apatia.Ainda há tempo de reconstruir.
Mas isso exige coragem para admitir erros. Exige que a família reassuma seu papel.
Que o aluno compreenda sua responsabilidade. E que a escola seja respeitada como espaço sagrado de formação. O ano letivo começou. A pergunta que precisa ecoar é simples e dura: Estamos educando para o futuro ou apenas administrando o fracasso do presente?
MARCELO BRAGA

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

✨ Literatura, sonhos e realização ✨

É com grande alegria e sentimento de realização que compartilho minha participação no importante projeto literário “O Reino dos Sonhos – Volume 2”, da Lura Editorial.
Fui autor selecionado para integrar esta obra coletiva que reúne escritores comprometidos com a imaginação, a sensibilidade e a formação leitora.

Minha contribuição acontece por meio do texto “A Bruxinha Margô e o Pote dos Sonhos”, uma história que convida crianças e adultos a acreditarem no poder dos sonhos, da esperança e da fantasia como caminhos de transformação.

Participar deste projeto reforça minha crença na literatura como instrumento de educação, encantamento e construção de valores.
Gratidão à Lura Editorial pela confiança e pela oportunidade de fazer parte de uma obra tão significativa.

📖 Que O Reino dos Sonhos – Volume 2 alcance muitos leitores e continue despertando sonhos.

Professor Marcelo Braga

#LuraEditorial #OReinoDosSonhos #LiteraturaInfantil


 

terça-feira, 27 de janeiro de 2026


Professor Marcelo Braga assume a Cadeira nº 15 da Academia Francisquense de Letras

A Academia Francisquense de Letras recebe, com honra e reconhecimento, o Professor Marcelo Braga, que passa a ocupar a Cadeira nº 15, fortalecendo o compromisso da instituição com a educação, a cultura e o pensamento crítico.

Professor, escritor e educador com trajetória marcada pelo compromisso com a escola pública, a formação de valores e a reflexão sobre a educação contemporânea, Marcelo Braga leva à Academia uma produção intelectual construída a partir da vivência pedagógica, do olhar atento à realidade social e do respeito à palavra como instrumento de transformação.

Sua entrada na Academia Francisquense de Letras representa não apenas o reconhecimento de sua contribuição à educação e à escrita, mas também o fortalecimento do diálogo entre cultura, literatura e prática educacional.

Ao assumir a Cadeira nº 15, o Professor Marcelo Braga reafirma seu compromisso com o conhecimento, a memória, a ética e a valorização da educação como base para o desenvolvimento humano e social.


 

Sobre o eBook

O eBook Educação Física Escolar, do Professor Marcelo Braga, é um material prático e reflexivo voltado a professores, gestores, estudantes e famílias que acreditam na Educação Física como parte essencial da formação integral do aluno.

A obra aborda o planejamento das aulas, a importância da disciplina, a valorização dos valores educativos, a inclusão, a avaliação pedagógica e o papel do professor como agente formador — indo além do esporte pelo esporte.

Com linguagem clara e fundamentação na prática escolar, o eBook defende uma Educação Física organizada, dirigida, inclusiva e comprometida com resultados, respeitando limites, promovendo saúde e construindo cidadania.

 

O professor e escritor Marcelo Braga integra uma coletânea especial de autores com o texto “Uma carta a Deus”, selecionado para uma antologia que reúne cartas guardadas no silêncio do tempo. 27/01/2026

Na obra, autores adultos escrevem para a criança que um dia foram — ou para uma infância simbólica — oferecendo palavras de acolhimento, esperança, coragem, fé e sonhos. Escritos em linguagem acessível ao universo infantil, os textos permitem que crianças de hoje se reconheçam nessas narrativas, ao mesmo tempo em que tocam profundamente os adultos.

Com mais de 30 anos dedicados à educação pública, sendo 11 anos como gestor escolar, Marcelo Braga é graduado em Educação Física, com especialização em Gestão Escolar, e formação em áreas como Geografia, Enfermagem e Obstetrícia, além de cursar Jornalismo. É autor de 20 livros infantis, com histórias curtas e cheias de significado, disponíveis na plataforma Uiclap. Seu trabalho educacional e social lhe rendeu o título de Cidadão Benemérito de São Francisco do Sul.

📌 Um livro pensado para crianças, mas que convida adultos a reencontrarem a própria infância.


 

terça-feira, 17 de setembro de 2024

"Vereadores e a Campanha do Pão e Circo: A Compra de Votos e o Desrespeito à Democracia"

 


A expressão "pão e circo", originária da Roma Antiga, reflete uma prática que, apesar dos séculos, permanece incrivelmente atual. Naquele período, os governantes romanos ofereciam pão (alimentos) e espetáculos para manter a população satisfeita e distraída, evitando que questionassem as desigualdades e abusos do poder. Na política moderna, essa tática de manipulação persiste, especialmente em períodos eleitorais, quando candidatos, incluindo alguns vereadores, recorrem ao uso desmedido de dinheiro para conquistar votos de maneira antiética, em vez de ganhar o apoio popular por suas propostas e ideias.

Nos tempos atuais, a "compra de votos" é a versão mais nociva dessa prática, que pode ser entendida como uma reedição do "pão e circo". Alguns candidatos a vereador injetam grandes somas de dinheiro em suas campanhas, não para apresentar projetos ou soluções para os problemas reais da comunidade, mas para comprar a simpatia dos eleitores por meio de vantagens imediatas e superficiais. São festas, brindes, materiais de construção e promessas de favores pessoais, tudo estrategicamente oferecido para assegurar o voto daqueles que, muitas vezes, estão em situação de vulnerabilidade.

A "política do dinheiro" em campanhas eleitorais cria uma distorção perversa no processo democrático. Ao utilizar recursos financeiros para comprar votos, esses candidatos fogem da disputa de ideias e da apresentação de propostas relevantes para o desenvolvimento da comunidade. Em vez de focarem em temas como educação, saúde, infraestrutura e segurança, preferem investir em uma estratégia de curto prazo: conquistar eleitores pelo que podem oferecer de imediato, em vez do que podem fazer em longo prazo.

Essa prática não só desrespeita o eleitor como também compromete a própria democracia. Eleições deveriam ser o momento em que a sociedade escolhe seus representantes com base em valores, competência e na capacidade de transformação. No entanto, quando o dinheiro fala mais alto, aqueles que realmente têm compromisso com o bem público ficam em desvantagem, enquanto os que apostam no "pão e circo" prevalecem, perpetuando um ciclo de corrupção e má gestão.


O conceito de "pão e circo" se encaixa perfeitamente na lógica dos candidatos que utilizam dinheiro de forma desenfreada em suas campanhas. Assim como na Roma Antiga, onde o entretenimento e o alimento eram usados para silenciar as demandas populares, hoje, brindes e favores imediatos funcionam como uma distração, desviando a atenção das verdadeiras necessidades da sociedade. A oferta de benefícios efêmeros, como festas e pequenos auxílios materiais, cria a ilusão de que esses candidatos estão comprometidos com a comunidade, quando, na verdade, estão apenas interessados em se manter no poder.

Enquanto os eleitores são seduzidos por promessas vazias, o debate sobre políticas públicas fica em segundo plano. O uso de dinheiro para comprar votos retira a essência do que deveria ser uma campanha eleitoral: a discussão de propostas que melhorem a vida da população a longo prazo.


A estratégia de "pão e circo" pode até garantir votos, mas raramente se traduz em uma boa administração pública. Candidatos que investem massivamente em compra de votos, em vez de construir propostas reais, tendem a ser os mesmos que, uma vez eleitos, priorizam seus próprios interesses ou o retorno de favores, negligenciando as necessidades da população. Isso cria uma gestão ineficaz, marcada pela falta de planejamento e pelo descaso com as reais demandas da sociedade.

Além disso, quando a população aceita tais práticas, ela, muitas vezes, abre mão de cobrar dos eleitos o compromisso com políticas públicas que tragam mudanças significativas. Os eleitores são levados a acreditar que o "benefício imediato" é mais importante que a melhoria estrutural que poderia vir de uma administração séria e focada em resultados.


Para romper com esse ciclo vicioso, é essencial uma conscientização coletiva. Os eleitores precisam entender que o voto é uma ferramenta poderosa e que não deve ser trocado por favores ou vantagens passageiras. A fiscalização por parte da Justiça Eleitoral também é fundamental, assim como o engajamento da sociedade civil na promoção de eleições limpas e transparentes.

Por fim, é necessário fortalecer o debate político com foco em propostas que realmente melhorem a qualidade de vida da população. Eleitores informados, conscientes e engajados são a chave para quebrar o ciclo da política do "pão e circo" e construir uma gestão pública que atenda às necessidades da sociedade de maneira justa e ética.


A política do "pão e circo" pode ter mudado suas formas, mas continua sendo um reflexo da manipulação de poder por meio de distrações e favores imediatos. Candidatos que usam dinheiro para comprar votos estão apenas perpetuando um sistema que favorece a corrupção e o descaso com as necessidades reais da população. Romper com essa prática é um dever de todos: candidatos, eleitores e instituições. Só assim será possível construir uma democracia sólida, onde a ética e o compromisso com o bem público sejam o verdadeiro fundamento das eleições.


segunda-feira, 29 de julho de 2024

 AS 40g DA DESGRAÇA


😢Não me espanta mais , presenciar jovens e adultos fumando descaradamente a bendita 'cannabis sativa' , em público sem problema algum . 🧭Recentemente o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), sancionou a lei que autoriza multa por porte e uso de drogas em lugares públicos no estado. O texto foi aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) no começo do mês, com apenas um voto contrário. 👨‍✈️A prática desta lei ainda precisa ser entendida por todos nós, mas que com certeza trás um pouco de alívio . Dia destes , estava em um parquinho com minha filha , logo sentimos um cheiro e ja identifiquei, minha filha indagou "pai que cheiro horrível" , fiquei sem jeito mas disfarcei , Para minha surpresa . 😢Para minha surpresa o usuário era um rapaz novo , estava com sua esposa e duas filhas pequenas no parquinho ,enquanto ele do lado de fora fumava tranquilamente . 🚑Cada um tem sua opinião , sua maneira de ver estas situações, eu tenho a minha e não negocio com ninguém , droga é droga em qualquer quantidade e independente de quantidade ela alimenta o tráfico . 😢Minha filha de 6 anos e outras crianças acabam sendo "usuárias passivas" pelo cheiro e fumaça desta droga. ❌Querem usar , sem problemas , cada um sabe oque faz de sua vida , suas escolhas , refletem seu futuro , mas o respeito a crianças principalmente é fundamental. PROFESSOR MARCELO BRAGA

quarta-feira, 5 de junho de 2024

ONDE ESTÃO NOSSOS CAMPINHOS

 


No Canal Brasil tive a oportunidade de assistir ao filme MENINOS DE KICHUTE , me impressionou a boa qualidade e a trilha musical que vai de secos e molhados a Roberto Leal. Quem de nós não viveu esta maravilhosa época, onde em qualquer espaço servia de campo para nossas "peladas" . O famoso "kichute" era o calçado de nossos sonhos e os campinhos ,que hoje já não existem mais, serviam de palco para nossa diversão. 

Infelizmente nossas crianças e jovens de hoje trocaram a bola, a bicicleta, o carrinho feito de lata e tantos outros brinquedos, por tecnologia. Por este motivo nós professores temos o dever  e obrigação de incentivar nossas crianças e jovens  a prática de atividades saudáveis.  Os poucos espaços que temos hoje em nosso município, não oferecem espaços adequados para a prática de esportes . O correto seria em cada bairro ter um espaço onde poderia se praticar as mais diversas modalidades , que as famílias pudessem se encontrar e  passar manhãs e tardes agradáveis .   

  2026: ELEIÇÃO PARA DEPUTADO OU CONSTRUÇÃO PARA 2028? O eleitor merece propostas claras e transparência sobre os projetos políticos em cons...