sexta-feira, 8 de maio de 2026

 

JOGOS ESCOLARES DE SANTA CATARINA: ENTRE A FORMAÇÃO EDUCACIONAL E O EXCESSO DE COMPETITIVIDADE

POR MARCELO BRAGA 

Os Jogos Escolares de Santa Catarina, promovidos pela Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) em parceria com as secretarias municipais de esporte e educação, sempre tiveram um papel importante na integração dos estudantes através do esporte. O objetivo principal dos JESC deveria ser a formação humana, educacional e social dos alunos, valorizando a participação, a convivência e o desenvolvimento integral dos jovens.

Ao longo dos anos, porém, os Jogos Escolares acabaram se afastando de sua verdadeira essência. Hoje, infelizmente, vemos uma realidade muito diferente daquela que deveria existir dentro do ambiente escolar. O esporte educacional passou a ser tratado, em muitos casos, como esporte de rendimento e alto desempenho.

A própria Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) destaca que os Jogos Escolares são instrumentos de formação cidadã e integração social. Porém, na prática, muitos professores percebem que a competição exagerada vem tomando espaço da participação coletiva e do caráter pedagógico.

As categorias sub-14 e sub-17 vivem hoje uma realidade quase profissional. Escolas particulares oferecem bolsas para atletas, clubes utilizam competições escolares como vitrine e muitos estudantes já entram em quadra pressionados por resultados. Em modalidades como futebol de campo, futsal e voleibol, há atletas treinando como profissionais ainda dentro da educação básica.

Não se pode ignorar que o esporte de rendimento tem sua importância. Revelar talentos também faz parte do processo esportivo. O problema surge quando o aluno deixa de ser prioridade e o resultado passa a ser o centro de tudo.

Os professores de Educação Física precisam ser ouvidos pelas secretarias municipais de esporte e educação. Somos nós que estamos diariamente dentro das quadras, convivendo com os alunos, observando suas dificuldades, limitações emocionais, sociais e pedagógicas. Somos nós que conhecemos a realidade das escolas públicas e os desafios enfrentados no cotidiano escolar.

A Secretaria Municipal de Esportes de São Francisco do Sul precisa abrir espaço para ouvir os profissionais da área. Não é possível continuar organizando o esporte escolar sem diálogo com quem vive a realidade da escola diariamente.

A educação brasileira atravessa um momento extremamente difícil. Falta valorização profissional, estrutura adequada, investimento em materiais esportivos e melhores condições de trabalho para os professores. Mesmo assim, muitos profissionais continuam fazendo verdadeiros milagres para manter os alunos motivados e participando das atividades escolares.

Os Jogos Escolares deveriam ser uma extensão da sala de aula. O aluno deveria aprender sobre respeito, disciplina, convivência, superação e trabalho em equipe. O esporte escolar precisa ensinar cidadania antes de ensinar apenas a vencer.

Os regulamentos da Fundação Catarinense de Esporte (Fesporte) mostram claramente que os JESC são promovidos em parceria com escolas, municípios e órgãos educacionais. Entretanto, muitas vezes, o discurso pedagógico fica apenas no papel.

Precisamos modernizar os Jogos Escolares e abandonar modelos ultrapassados. Não podemos mais aceitar competições que priorizam somente medalhas, troféus e rankings. O foco precisa voltar para a inclusão, participação e desenvolvimento humano.

É claro que cada escola e cada professor possui o direito de decidir se participa ou não das competições. Mas o objetivo principal não pode ser apenas vencer. O verdadeiro sentido dos Jogos Escolares deveria ser oportunizar experiências educativas através do esporte.

A própria Fesporte reconhece que o esporte escolar deve fortalecer o convívio social, o desenvolvimento humano e a integração entre educação e esporte. Porém, é necessário transformar essas palavras em ações concretas.

Muitos estudantes acabam ficando excluídos porque apenas os melhores atletas são valorizados. Enquanto isso, alunos que mais precisam do esporte como ferramenta de inclusão acabam esquecidos.

O esporte escolar precisa voltar a ser educacional. Precisa valorizar a participação de todos e não somente dos talentos esportivos. O aluno não pode ser tratado apenas como atleta. Ele é, antes de tudo, estudante e cidadão.

Os Jogos Escolares de Santa Catarina possuem uma história grandiosa e importante para o estado. A mobilização é enorme e envolve milhares de estudantes todos os anos. Contudo, chegou o momento de refletirmos profundamente sobre os rumos do esporte escolar catarinense.

Ouvir os professores é essencial. Valorizar quem está na escola diariamente é fundamental. O esporte escolar precisa voltar a cumprir sua missão original: formar cidadãos, promover inclusão e transformar vidas através da educação e do esporte.

quinta-feira, 7 de maio de 2026

 


A EDUCAÇÃO FÍSICA EXIGE RESPONSABILIDADE, FISCALIZAÇÃO E RESPEITO À LEI


POR MARCELO BRAGA

A Educação Física brasileira avançou muito nas últimas décadas. Hoje contamos com o Conselho Federal de Educação Física e com Conselhos Regionais em praticamente todos os estados do país, responsáveis pela orientação, regulamentação e fiscalização da profissão. Isso representa uma grande conquista para os profissionais habilitados e para toda a sociedade.

Porém, infelizmente, ainda convivemos com uma realidade preocupante: muitas escolinhas esportivas, academias, projetos comunitários, treinos funcionais, artes marciais e atividades físicas continuam funcionando sem a presença de um profissional devidamente habilitado. Em muitos bairros existem pessoas abnegadas, apaixonadas pelo esporte, que dedicam seu tempo para ensinar crianças e jovens. Sabemos que muitas delas possuem boas intenções e exercem importante papel social dentro das comunidades.

Mas é preciso compreender que boa vontade não substitui formação profissional. A legislação brasileira existe para proteger a sociedade. Quando uma profissão é regulamentada, ela exige responsabilidade técnica, qualificação e conhecimento científico. Desenvolver atividades físicas, orientar treinamentos e trabalhar diretamente com o corpo humano sem habilitação pode configurar exercício ilegal da profissão.

Sempre defendi junto a gestores da Secretaria de Esportes de São Francisco do Sul a necessidade de reunir esses voluntários, treinadores comunitários e responsáveis por escolinhas esportivas para buscar caminhos legais, orientação técnica e apoio institucional. Isso não envolve apenas o futsal e o futebol, mas também outras modalidades esportivas, academias, projetos recreativos e principalmente as artes marciais.

A Secretaria de Esportes poderia criar programas de capacitação, cadastramento e acompanhamento dessas pessoas que atuam nos bairros. O esporte é ferramenta de inclusão social, disciplina e cidadania, mas precisa caminhar junto com a legalidade, a segurança e a fiscalização.

Outro ponto extremamente grave é a falta de fiscalização em algumas atividades desenvolvidas com crianças e adolescentes. Casos envolvendo abusos, violência e até pedofilia têm sido constantemente divulgados nas redes sociais e nos meios de comunicação. Isso exige atenção máxima das autoridades, dos pais e também dos órgãos responsáveis pela fiscalização profissional.

Academias, escolinhas, projetos esportivos, artes marciais e até algumas instituições escolares precisam ser fiscalizados de forma séria e permanente. Pais devem procurar saber quem são os responsáveis pelas atividades, se possuem formação adequada, registro profissional e condições seguras para trabalhar com crianças e adolescentes.

Não podemos permitir que atividades tão importantes para a saúde e formação humana sejam conduzidas sem responsabilidade. Valorizar o profissional de Educação Física não significa atacar voluntários ou pessoas apaixonadas pelo esporte. Significa defender qualidade, ética, segurança e respeito às leis que regulamentam a profissão.

Se existe Conselho Regional, que a fiscalização aconteça. Se existe legislação, que ela seja cumprida. O esporte transforma vidas, mas somente quando desenvolvido com responsabilidade, competência e compromisso verdadeiro com nossas crianças e jovens.

terça-feira, 5 de maio de 2026

 

“33 ANOS FORMANDO VIDAS: ENTRE VITÓRIAS, DESAFIOS E A CERTEZA DO DEVER CUMPRIDO”

POR MARCELO BRAGA 

Ao longo de 33 anos dedicados à educação e ao esporte, construí uma trajetória marcada por histórias, aprendizados e, acima de tudo, pessoas.
Foram anos de quadra, campo, sala de aula e também de gestão escolar, sempre com o mesmo propósito: contribuir para a formação de cidadãos.
Não foram apenas aulas ou treinos, foram encontros que deixaram marcas profundas em mim e, acredito, também em muitos alunos.

Pelas minhas mãos passaram centenas, talvez milhares de jovens, cada um com sua história, seus sonhos e suas dificuldades.
Muitos deles hoje são adultos, pais, mães, trabalhadores que seguem suas vidas com dignidade e responsabilidade.
É gratificante encontrá-los pelas ruas, no comércio, em repartições públicas ou empresas privadas.
Alguns param, me cumprimentam e dizem: “Professor, aprendi muito com o senhor”.
Esses momentos não têm preço.

Saber que, de alguma forma, contribuí para o crescimento dessas pessoas é uma das maiores recompensas que um educador pode receber.
O esporte e a educação têm esse poder transformador: ensinam disciplina, respeito, superação e valores para a vida inteira.
E foi isso que sempre busquei transmitir, dentro e fora da escola.

Claro, nem todos os caminhos foram como gostaríamos.
Infelizmente, alguns poucos ex-alunos seguiram por direções difíceis.
Já encontrei jovens envolvidos com drogas, outros enfrentando problemas com a justiça, e alguns que, com tristeza, já não estão mais entre nós.
São momentos que nos fazem refletir profundamente.

Como educador, sempre fiz o meu melhor.
Ensinei, aconselhei, dialoguei, estive presente.
Mas a vida é feita de escolhas, e cada um trilha o seu próprio caminho.
Carrego comigo a consciência tranquila de que cumpri meu papel com dedicação e responsabilidade.

Ser professor vai muito além de ensinar conteúdos.
É orientar, é acolher, é acreditar no potencial de cada aluno, mesmo quando ele próprio não acredita.
É plantar sementes, muitas vezes sem saber quando ou como irão florescer.

Hoje, olhando para trás, vejo uma caminhada de muito esforço, mas também de inúmeras conquistas.
Cada aluno que venceu na vida representa uma vitória compartilhada.
Cada história de superação reforça a importância do nosso trabalho.

Sigo firme, com a mesma paixão de sempre, acreditando na educação e no esporte como ferramentas de transformação social.
Porque formar pessoas é, sem dúvida, a missão mais nobre que alguém pode assumir.

E, ao final de tudo, fica a maior certeza:
valeu a pena cada dia, cada aula, cada esforço.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

 

CRÍTICA COM RESPONSABILIDADE, ELOGIO COM CORAGEM: MINHA POSTURA NA VIDA PÚBLICA

POR MARCELO BRAGA 


Vivemos tempos em que a palavra tem sido usada, muitas vezes, como arma e não como instrumento de construção. Por isso, faço questão de deixar clara a minha posição diante das críticas e dos elogios que manifesto. Minha atuação pública é guiada pelo respeito, pela responsabilidade e pelo compromisso com a verdade. Não utilizo minhas palavras para atacar pessoas, nem para denegrir a imagem de quem quer que seja. Quando faço críticas, elas são direcionadas a ações, decisões e resultados — nunca a ataques pessoais.

Entendo que criticar é necessário, mas criticar com responsabilidade é essencial.
E mais importante ainda: toda crítica que faço vem acompanhada de sugestões.
Apontar erros sem indicar caminhos não contribui para o crescimento de ninguém.
Meu objetivo sempre foi colaborar, somar e ajudar a construir soluções para a nossa comunidade.

Da mesma forma, quando reconheço algo positivo, faço isso com sinceridade e justiça.
Não importa se a ação vem da situação ou da oposição ao governo atual.
O que é correto precisa ser reconhecido, valorizado e divulgado.
E nesses casos, faço questão de citar nomes, pois o mérito deve ser reconhecido.
Afinal, quem de nós não gosta de ser elogiado quando faz o que é certo?
Valorizar boas atitudes é incentivar que elas continuem acontecendo.

Sou suplente de vereador e tenho plena consciência dos meus direitos e deveres.
Minha conduta é baseada na ética, na transparência e na responsabilidade com a população.
Minha integridade, minha idoneidade e minha imparcialidade não estão à venda.
Não negocio meus princípios e não os troco por interesses ou conveniências.
Tenho uma trajetória construída com esforço, trabalho e compromisso com as pessoas.

Reconheço também que, como todo ser humano, já cometi erros.
Tenho consciência disso e não fujo das minhas responsabilidades.
Sempre fui muito autocrítico comigo mesmo e continuo sendo.
Quando erro, faço questão de assumir, corrigir e aprender.
Errar faz parte da caminhada, mas persistir no erro é uma escolha — e essa eu não faço.

A vida pública exige coragem, equilíbrio e maturidade.
Exige saber ouvir, reconhecer falhas e também valorizar acertos.
E é exatamente dessa forma que procuro agir no meu dia a dia.
Sem radicalismos, sem perseguições, sem injustiças.

Se um dia tiver a oportunidade de assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores,
podem ter certeza de que essa será a minha postura.
Continuarei fazendo críticas responsáveis, apresentando sugestões e reconhecendo o que é correto.
Sempre com respeito, seriedade e compromisso com a verdade.

A política precisa de mais equilíbrio e menos ataques.
Precisa de mais responsabilidade e menos vaidade.
E é com esse pensamento que sigo firme na minha caminhada.

domingo, 3 de maio de 2026

 




PRINCÍPIOS NÃO SE NEGOCIAM: “POLÍTICA SEM VALORES NÃO ME REPRESENTA”

Ser vereador não é ocupar uma cadeira, é assumir uma responsabilidade diante de toda a população.
Representar o povo exige preparo, caráter e compromisso verdadeiro com a comunidade.
Não basta falar bonito em campanha, é preciso agir com coerência todos os dias.
O vereador precisa ser exemplo dentro e fora da Câmara.
Exemplo de conduta, de respeito, de ética e de responsabilidade.

A política não pode ser um espaço de interesses pessoais.
Ela deve ser instrumento de transformação social.
Quem ocupa um cargo público precisa entender que está ali para servir.
Servir com transparência, com coragem e com honestidade.

Faço parte de um partido que defende a família, os princípios e os valores.
Um partido que acredita na força de uma economia liberal.
Que valoriza o trabalho, a liberdade e o desenvolvimento.
E para defender tudo isso, não basta discurso: é preciso postura.

Não posso defender valores se não os pratico.
Não posso cobrar ética se não sou ético.
Não posso falar em família se não a respeito.
Não posso falar em liberdade se ajo por interesse próprio.

Hoje, muitos cidadãos se sentem sem representação.
Sentem que suas vozes não ecoam dentro da Câmara.
E isso é reflexo de uma política distante da realidade do povo.

Eu não tenho quem me represente.
E por isso, não posso me calar diante dessa situação.
Mas também não vou me aliar a quem não compartilha dos mesmos princípios.
Não posso caminhar ao lado de quem não inspira confiança.
Nem de quem age de forma incoerente dentro ou fora da política.

Minhas convicções não estão à venda.
Meus valores não são moeda de troca.
Meus princípios não se negociam com ninguém, seja quem for.

A política precisa de homens e mulheres firmes.
Pessoas que tenham coragem de dizer não quando for preciso.
Que não se curvem a interesses que prejudiquem a população.

Ser vereador é ser a voz do povo.
Mas, acima de tudo, é ser exemplo para a sociedade.

E enquanto houver espaço para a verdade,
haverá também quem lute por uma política mais justa,
mais transparente e mais comprometida com o bem comum.


sexta-feira, 1 de maio de 2026

 



Educação Não é Palanque: A Verdade Sobre a Tentativa de Militarização da Escola Annes Gualberto

ARTIGO: POR MARCELO BRAGA
A educação precisa ser tratada com seriedade, responsabilidade e, acima de tudo, respeito à comunidade escolar. Nos últimos dias, tem chamado atenção a tentativa de transformar a Escola Estadual Annes Gualberto em uma escola cívico-militar — não pelo modelo em si, que pode ser discutido com maturidade —, mas pela forma como esse processo vem sendo conduzido.
Sempre fui favorável ao debate sobre escolas cívico-militares. Trata-se de um modelo que pode trazer benefícios quando bem estruturado, com transparência, participação e, principalmente, conhecimento por parte de todos os envolvidos. No entanto, o que estamos presenciando não é um debate saudável, mas sim um movimento que aparenta ser orquestrado politicamente, sem o devido diálogo com quem realmente vive a escola no dia a dia.
É importante destacar que esse movimento levanta ainda mais preocupações quando se observa a aproximação repentina de um agente político ( VEREADOR ) junto à gestão escolar. O que deveria ser uma relação institucional transparente e voltada ao interesse público, passa a gerar questionamentos quando há sinais de tentativa de influência por meio de aproximações estratégicas e possíveis benefícios indiretos.
A escola não pode, em hipótese alguma, ser alvo de interesses pessoais ou políticos. A gestão escolar precisa ser autônoma, respeitada e comprometida exclusivamente com a educação e com a comunidade que atende. Qualquer tentativa de interferência que desvirtue esse propósito deve ser vista com atenção e responsabilidade.
Reforço que decisões sobre o futuro da escola devem ser construídas com base no diálogo coletivo, na ética e na transparência, jamais sob qualquer tipo de influência externa que comprometa a credibilidade da instituição.
É fundamental que a comunidade escolar compreenda, de forma clara e responsável, o que é uma escola cívico-militar. Professores precisam conhecer o projeto, entender suas implicações pedagógicas e administrativas. Alunos e pais também devem ser ouvidos, esclarecidos e respeitados. Qualquer mudança dessa magnitude exige estudo, diálogo e, principalmente, uma consulta democrática à comunidade.
Sem esse processo, qualquer tentativa de implantação se torna precipitada e, pior ainda, desrespeitosa. Não se constrói educação de qualidade com imposições ou movimentos apressados. Constrói-se com escuta, planejamento e compromisso verdadeiro com o futuro dos alunos.
Diante disso, manifesto minha posição contrária a essa forma de condução. Não se trata de ser contra ou a favor do modelo, mas de defender que decisões educacionais devem ser tomadas com responsabilidade, transparência e participação coletiva.
Nesse sentido, reconheço a importância da presença do sindicato dos professores (SINTE), que esteve na escola buscando garantir o debate e o direito à informação. Esse é o caminho: diálogo aberto, respeito às opiniões e construção conjunta.
Fica aqui o meu alerta aos pais, professores e toda a comunidade: é preciso estar atento. A educação dos nossos filhos não pode ser decidida sem que todos compreendam, participem e tenham voz ativa no processo.
Educação não é improviso. Educação não é palanque. Educação é compromisso com o futuro.


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