CRÍTICA COM RESPONSABILIDADE, ELOGIO COM CORAGEM: MINHA POSTURA NA VIDA PÚBLICA
POR MARCELO BRAGA
Vivemos tempos em que a palavra tem sido usada, muitas vezes, como arma e não como instrumento de construção. Por isso, faço questão de deixar clara a minha posição diante das críticas e dos elogios que manifesto. Minha atuação pública é guiada pelo respeito, pela responsabilidade e pelo compromisso com a verdade. Não utilizo minhas palavras para atacar pessoas, nem para denegrir a imagem de quem quer que seja. Quando faço críticas, elas são direcionadas a ações, decisões e resultados — nunca a ataques pessoais.
Entendo que criticar é necessário, mas criticar com responsabilidade é essencial.
E mais importante ainda: toda crítica que faço vem acompanhada de sugestões.
Apontar erros sem indicar caminhos não contribui para o crescimento de ninguém.
Meu objetivo sempre foi colaborar, somar e ajudar a construir soluções para a nossa comunidade.
Da mesma forma, quando reconheço algo positivo, faço isso com sinceridade e justiça.
Não importa se a ação vem da situação ou da oposição ao governo atual.
O que é correto precisa ser reconhecido, valorizado e divulgado.
E nesses casos, faço questão de citar nomes, pois o mérito deve ser reconhecido.
Afinal, quem de nós não gosta de ser elogiado quando faz o que é certo?
Valorizar boas atitudes é incentivar que elas continuem acontecendo.
Sou suplente de vereador e tenho plena consciência dos meus direitos e deveres.
Minha conduta é baseada na ética, na transparência e na responsabilidade com a população.
Minha integridade, minha idoneidade e minha imparcialidade não estão à venda.
Não negocio meus princípios e não os troco por interesses ou conveniências.
Tenho uma trajetória construída com esforço, trabalho e compromisso com as pessoas.
Reconheço também que, como todo ser humano, já cometi erros.
Tenho consciência disso e não fujo das minhas responsabilidades.
Sempre fui muito autocrítico comigo mesmo e continuo sendo.
Quando erro, faço questão de assumir, corrigir e aprender.
Errar faz parte da caminhada, mas persistir no erro é uma escolha — e essa eu não faço.
A vida pública exige coragem, equilíbrio e maturidade.
Exige saber ouvir, reconhecer falhas e também valorizar acertos.
E é exatamente dessa forma que procuro agir no meu dia a dia.
Sem radicalismos, sem perseguições, sem injustiças.
Se um dia tiver a oportunidade de assumir uma cadeira na Câmara de Vereadores,
podem ter certeza de que essa será a minha postura.
Continuarei fazendo críticas responsáveis, apresentando sugestões e reconhecendo o que é correto.
Sempre com respeito, seriedade e compromisso com a verdade.
A política precisa de mais equilíbrio e menos ataques.
Precisa de mais responsabilidade e menos vaidade.
E é com esse pensamento que sigo firme na minha caminhada.

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