sexta-feira, 25 de julho de 2014

CAMPEONATO MUNICIPAL DE BOCHA LEVA NOME DO GRANDE MÁRIO CEBOLA



MÁRIO ROCHA BRAGA E FAMÍLIA


Uma bonita homenagem a meu pai ( mário cebola ) falecido no dia 7 de julho,o campeonato municipal de bocha organizado pelo professor juca, leva o nome de um grande apreciador deste esporte. Praticamente todas as noites meu pai estava jogando sua bocha. Era sua diversão estar com seus amigos praticando este divertido esporte. Hoje existem várias canchas em todos os bairros do município e todas sempre tem grande movimento daqueles que apreciam este esporte. a família agradece ao professor juca pela iniciativa.



  

COMPETIÇÕES DE BASE : SECRETARIA DE ESPORTES NÃO PRIORIZA COMPETIÇÕES DE BASE

Caminhando para o sétimo no de gestão a frente do esporte,a atual e principal gestão do desporto francisquense praticamente não realizou nenhuma competição municipal de base como era feito na gestão anterior. A unica competição aconteceu em 2010 por iniciativa da então APEF ( associação dos professores de educação física). Ficam algumas perguntas no ar : faltam recursos,profissionais,espaço ou organização. Quem dera retornassem os eventos desportivos que tínhamos no passado : interbairros,campeonato municipal em várias categorias e modalidades,classista entre outros.

ÚLTIMO CAMPEONATO REALIZADO PELA GESTÃO ANTERIOR EM 2008 
 

PARCERIA : PROJETO ESTRELAS DA BOLA E PROJETO SOCIAL PANELINHA, DESENVOLVERÃO TRABALHO EM CONJUNTO A PARTIR DE AGOSTO

Dois  projetos sociais de são francisco desenvolverão atividades em conjunto a partir de agosto. O projeto estrelas da bola e o projeto social panelinha praticamente ja acertaram detalhes para a partir de agosto desenvolverem atividades em conjunto. O projeto estrelas da bola é desenvolvido na comunidade do bairro paulas e o social panelinha no balneário de enseada,os objetivos dos projeto praticamente são os mesmos e será uma forma de aprimorar experiências bem como a participação em competições local e regional.

  

sexta-feira, 18 de abril de 2014

SEM RESPEITO : A Geração Y é mal-educada?

Vejo com tristeza esta geração,pouco se tira destes jovens. Não generalizando, mas vemos uma falta de respeito e de disciplina. Podemos evidenciar isto na escola em muitas situações corriqueiras, faltaria espaço aqui para relatar os casos em que nós professores sofremos com a falta de respeito, disciplina e organização desta geração. E os pais tem grande parcela de culpa. O que mais me impressiona é o fato de que muitos alunos perderam o respeito com a figura do professor e em situações em que os pais são chamados a escola ficam utilizando de técnicas para acobertar os erros de seus filhos desmerecendo a figura do professor. Com certeza estes atos refletem na vida profissional destes alunos, e é oque vemos em muitos casos hoje, profissionais descomprometidos com o trabalho, sem limites, sem discipline e organização.    



Fonte deste texto : exame.abril.com.br

Bruna disse que ficou intrigada, voltou no tempo e fez uma analise de toda a sua infância e adolescência. “Sempre fui cordial e educada no meu relacionamento escolar, conduzia muito bem as brincadeiras de rua com a vizinhança e nunca deixei de ter um jeito especial ao tratar os meus avós. Com essa nostálgica reflexão, pude perceber que a base dos valores foi-me dada. Pensei a respeito da minha educação profissional e constatei que a graduação e a especialização que cursei também não me desqualificam”, disse ela.
A jovem baseia-se no vídeo do filósofo e professor, Mário Sérgio Cortella, que explica que o jovem não é mal-escolarizado e sim mal-educado. O problema está na falta de noção de hierarquia dessa geração que buscou, até mesmo por incentivo dos pais, a qualificação profissional nas grandes metrópoles e perdeu o convívio com a família, além de não ter paciência para processos e desistir fácil das coisas.
Bruna questiona o que diz o filósofo e acha que os estudos não podem garantir que uma pessoa aja sempre com polidez. “Saber dizer ‘por favor’, ‘obrigado’ ou entender o momento de pedir desculpas não são suficientes para certificar a educação de uma pessoa e disso já sabemos”, comentou a jovem.
Ana Barbieri, publicitária e sócia da Consultoria CRO Comunicação e MKT, concorda com Bruna e diz que sempre existirão pessoas bem e mal-educadas, independente da geração a qual você pertence.
“Hoje, nos grandes centros urbanos, o que encontramos são cidadãos cada vez mais competitivos e preocupados com seus próprios egos, e a geração Y não foge a essa regra. Em vários momentos da história, os jovens foram conhecidos como os principais questionadores das normas estabelecidas. Fica aí uma pergunta: quem são os responsáveis por essa má educação? Concordo que os pais deveriam estar mais presentes, mas qual é o papel da escola? Não seria também educar, e não apenas no sentido acadêmico, mas também em relação a regras sociais?”, questiona Ana.
No entanto, os modelos educacionais atuais estão falindo, pois eram baseados na transferência de informações de forma estruturada e programada. Cada criança que entrava na escola recebia informações em doses homeopáticas e com o espírito educacional de crescimento orgânico. O mesmo acontecia nos lares, onde os pais mantinham o controle e estabeleciam a educação dos filhos a partir da liberação gradual de informações.
Evidentemente, nos dias atuais, onde o Google provê toda informação de forma caótica e desestruturada, mas absolutamente acessível, esse modelo não encontra mais cenário e os pais e os professores, assim como os gestores nas empresas, estão descobrindo que sua “autoridade” e “poder” estão sendo contestados, provocando a sensação de não saber como lidar com os jovens.
A educação já não é mais privilégio apenas da escola. Ela transpassa todos os lugares a partir dessa geração. Seja na escola, seja em casa ou no trabalho, agora todos os ambientes precisam estar integrados no papel de promover a educação. “Já está mais do que claro que é preciso juntar as gerações dentro das organizações e por isso a importância do respeito mútuo. Embora tenha faltado para alguns Y mais cobrança no cumprimento das regras, eles estão longe de serem ignorantes. São, de certa forma, grandes questionadores de normas estabelecidas”, concluiu Bruna.  

ESTRELAS DA BOLA NO ALTO VALE : DOMINGO DE GRANDES EMOÇÕES EM BRAÇO DO TROMBUDO

Foi um domingo diferente, 3 e meia da manhã do dia 13 de abril a gurizada já estava na escola, cara de sono, travesseiro no colo e as 4 da manhã já estávamos na estrada. Em duas vans cedidas pela secretaria de esportes e quatro carros, partimos para braço do trombudo para as disputas da 1ª fase do sul brasileiro de futsal. As categorias sub 11 sub 12 sub 13 e sub 14 participaram desta etapa. Foram quatro troféus e muita festa, o município de braço do trombudo nos recebeu carinhosamente, uma bela cidade, um povo pacato e que gosta de esporte. Valeu a pena o esforço dos pais e dos atletas para mais esta etapa na vida de todos nós. A próxima etapa marcada para dia 17 de maio em Blumenau.

quinta-feira, 20 de março de 2014

ESPORTE ESCOLAR

Os departamentos de esporte dos municípios deveriam estar mais presentes e trabalhar em conjunto com as escolas, só aparecem na escola quando são incumbidos de realizarem as competições escolares. Muitas secretarias destinadas ao esporte, destinam parte de seus recursos a grandes  eventos esportivos promovidos por empresas e na temporada de verão. As chamadas "competições cometa" destinadas ao desporto escolar acontecem todos os anos e depois como um cometa passam só no próximo ano. Não existe uma inovação de categorias ou de modalidades, são sempre as mesmas coisas. A  desculpa de que faltam recursos até poderia ser aceita, mas com certeza não pode faltar é inteligência para se criarem situações envolvendo as escolas.      

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

CHEQUE GORDO : PREMIAÇÃO NAS COMPETIÇÕES DE VERÃO

A temporada de verão vai chegando ao fim. As atividades esportivas e de lazer nas praias estão agora na fase de avaliação, contar os números é oque importa. A elitização das competições é evidente, premiações em dinheiro, equipes investindo muito dinheiro na contratação de atletas, altas taxas de inscrição e altos investimentos em estrutura. Do ponto e vista turístico estes eventos são praticamente essenciais. A pergunta que se faz é, durante o ano muito ouviu-se que não haviam recursos para competições, bem como outros projetos e como num passe de mágica no final de ano estes recursos aparecem em grande escala. Se apenas uma porcentagem destes valores pagos as equipes campeãs fossem investidos em competições locais, com certeza teríamos esporte ao ano inteiro. Mas vá entender a cabeça destes dirigentes.
               

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

DEPOIS DA AREIA : FIM DE TEMPORADA E ESPORTE FRANCISQUENSE DEVE VOLTAR A REALIDADE

Foram praticamente 5 meses,entre a preparação e o final dos eventos de verão. Cinco meses em que a secretaria de esportes dedicou-se aos eventos de verão nas areias e quadra da enseada. Um verdadeiro batalhão de profissionais, equipes de arbitragem, professores de educação física e uma grande estrutura para proporcionar ao turista e as equipes um evento de qualidade. Esperamos que esta mesma qualidade e um pouco desta estrutura seja destinada ao esporte nos meses que no resta, porque com certeza logo vem mais uma temporada de verão. Não sabemos qual o planejamento de competições ( se é que existe ) para este ano,mas o fato é que não existe uma discussão com os profissionais envolvidos no esporte. Vamos aguardar quais as "surpresas" esportivas para 2014.

         

VOLTA AS AULAS

Início das aulas, a escola se prepara para receber os alunos. A ansiedade toma conta dos pequenos estudantes. A mochila nova trás o lápis, a borracha e os cadernos. A professora a espera dos seus alunos na porta da sala e os pais até a hora do sinal acompanham seus filhos. A diretora perfila as turmas para os primeiros recadinhos e apresenta alguns novos professores e após a Oração pelo Brasil deseja bom dia e solicita aos alunos que sigam as suas salas, e as turmas em silêncio entram cada uma em suas salas de aula, ainda com o velho ventilador, porque os aparelhos de ar condicionado apenas enfeitam a parede. No recreio dos pequenos as brincadeiras ainda são tímidas, estão apenas se conhecendo, os maiores já fazem seus grupinhos e com os celulares a mostra tiram as primeiras fotos. E começamos tudo novamente, faltam professores em algumas disciplinas, escolas ainda interditadas, salas com lotação máxima, turmas remanejadas, material didático e de limpeza ainda em licitação, e professores com seus salários diminuídos por falta de aulas em sua disciplina.Talvez o magistério seja a única profissão no mundo em que quanto mais o tempo passa você perde seus direitos. As esperanças a cada ano se renovam, mas os problemas sempre são os mesmos e em ano eleitoral já sabemos qual o discurso de nossos candidatos. Vamos rezar a oração pelo Brasil todos os dias e torcer para que a educação seja valorizada em todos os aspectos.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

PERFIL : CARTAS

Professor Marcelo Braga divide-se entre a profissão e a crítica expressa em cartas para a imprensa

Ele se indigna com situações que vão contra os interesses da comunidade. Também defende com unhas e dentes o magistério

 
 
“Sei que minhas posições provocam ranger de dentes e despertam rancor, mas não vou deixar de externar minha opinião quando achar que alguma situação contraria os interesses da comunidade, principalmente quando disser respeito à educação ou ao esporte.” É assim, com determinação, que o francisquense Marcelo Roberto Vieira Braga, professor de educação física, justifica seu hábito de escrever quase todos os dias para periódicos, quase sempre com críticas a algum desvio de conduta ou apontando caminhos para o aprimoramento da educação.
Campeão de presença na seção de e-mails e cartas do ND – posição dividida com o comerciante joinvilense Verli Antonio Araújo (Perfil em 18/5/12) –, Braga é, acima de tudo, um apaixonado pela profissão e inimigo de qualquer tipo de corrupção. “Escrevi a primeira carta aos 14 anos, para uma revista, e nunca mais parei.”
Braga nasceu em 1968 e se criou no bairro Paulas. “Meu pai, conhecido como Mário Cebola, jogava no Atlético e tinha um restaurante ao lado da estação ferroviária. Conheceu minha mãe quando ela veio à cidade para trabalhar na Babitonga. Estudei no Colégio Francisquense, e sempre fui apaixonado por esporte”, conta.
Era um guri chegado a estripulias, como uma que ele resgata dos arquivos da memória: “Eu tinha uns 7 anos, e na época era bem loirinho. Um dia, sentei-me numa canoa de pescador, na beira da praia, e não percebi que o movimento da maré começou a me levar pra fora. Foi um desespero para as pessoas quando sumi, até que alguém viu a cabeça branca se destacando na canoa, a essa altura longe da praia”.


ARQUIVO ND


Experiência no JEC
Adolescente, durante um tempo Braga pegava a litorina todos os dias até Joinville. Da estação, ia ao Ernestão. “Cheguei a jogar no sub-15 do JEC, e disputei a Taça São Paulo de Juniores, em 1983. Mas não era bom o suficiente pra sonhar com uma carreira profissional, e preferi focar a atenção nos estudos.” Iniciou a faculdade de geografia na Furj (atual Univille), mas não se graduou. Era sua segunda opção; a primeira era educação física, mas, por incrível que pareça, não foi aprovado no teste prático, exigido na época. “Até hoje não sei o que aconteceu”, admite.
A sonhada faculdade foi iniciada na Universidade de Passo Fundo, onde morou por seis anos. “Enquanto estudava, trabalhei numa creche, num bairro pobre, ensinando as crianças a jogar futebol. Reforçava o orçamento jogando na equipe de futsal da Cooper Passo Fundo e ensinando basquete na escolinha da universidade.” De volta a São Francisco, concluiu a faculdade na Univille, em 1994.
Trabalhou na Academia Armazém do Corpo, coordenou as escolinhas de futebol do Atlético e do Ipiranga, foi preparador físico em vários clubes e, em meados dos anos 90, junto com Jorge Cevinski, criou o projeto Ginástica na Praia, na Enseada.
Em 1996, enfim, Braga iniciou a carreira de professor de educação física no colégio Carlos da Costa Pereira, no Acaraí. Seguiu-se um período de dez anos na escola João Alfredo Moreira, na Vila da Glória, onde chegou a diretor. Dessa época, guarda muitos “causos” das travessias: “Muitas vezes, a lancha levava caixões funerários para a Vila da Glória. Certa vez, por causa da neblina, fomos parar na ilha do Cação, com um caixão a bordo”.
Desde 2006, Braga leciona na EEB Annes Gualberto, no seu querido bairro Paulas (entre os alunos, está o filho João Vítor, 12 anos). Dedicado ao esporte, tem respeitável galeria de troféus em sua sala no colégio, ganhos tanto com os alunos quanto por clubes. Neste ano, foi campeão sul-brasileiro de futsal sub-13 e vice no sub-12, categorias com as quais também disputa as competições da Liga Joinvilense.
Para manter a forma, Braga joga futebol pelo time master do Atlético. Além das conquistas no esporte, se orgulha de outras duas - uma profissional: “Completei 20 anos de magistério no Dia do Professor, 15 de outubro”, e outra pessoal: “Em 2013 ganhei o título de Cidadão Benemérito de São Francisco do Sul”.

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